Mudaram os equipamentos. Mudaram os penteados. Mudaram os ídolos que colávamos na parede do quarto. Mudaram até as formas de sofrer por Portugal: passámos dos SMS para os grupos de WhatsApp e das buzinas para os memes.
Mas há coisas que resistem ao tempo. Como aquela ansiedade boa antes do apito inicial. Como os abraços nos golos. E como a ligação entre a Galp e a Seleção Nacional, que já atravessa várias gerações de adeptos.
Ao longo de mais de duas décadas, as campanhas da Galp acompanharam os grandes momentos do futebol português. Algumas fizeram-nos cantar. Outras fizeram-nos acreditar. Houve as que nos fizeram sonhar, rir, fazer barulho ou até pensar no planeta.
Esta é uma viagem pelos capítulos mais marcantes dessa história. Uma linha do tempo feita de futebol, emoção, energia e memórias que qualquer adepto português reconhece.
2004 | MENOS AIS
A campanha que transformou uma expressão tipicamente portuguesa num grito de ambição nacional.
Em 2004, Portugal organizava o Europeu e vivia entre o entusiasmo e aquele clássico pessimismo preventivo tão nosso. A resposta da Galp foi simples: menos queixas, menos desculpas, menos "ais". O resultado foi um dos primeiros grandes hinos publicitários associados à Seleção. Uma música que saiu da televisão para as ruas, para os cafés e até para o autocarro da equipa. Pela primeira vez, parecia que um país inteiro estava a cantar a mesma canção.
2006 | UM PAÍS A SONHAR
Depois de aprender a trocar os "ais" pelos sonhos, Portugal decidiu apontar ainda mais alto.
Com Luís Figo como rosto da campanha, o Mundial de 2006 foi vivido como uma espécie de missão coletiva. A ideia era simples: se a Seleção podia sonhar com o topo do mundo, os portugueses também podiam acreditar. Foi o verão em que muitos de nós começámos a fazer contas às meias-finais antes de o torneio começar.
2008 | OS PORTUGUESES CONDUZEM À VITÓRIA
Muito antes das aplicações de navegação, já havia um país inteiro a tentar indicar o caminho à Seleção.
A campanha imaginava Portugal ao volante da equipa nacional, numa metáfora perfeita para o apoio dos adeptos. Afinal, toda a gente sabe que durante um jogo da Seleção existem mais de dez milhões de selecionadores nacionais. Aqui, pela primeira vez, isso foi assumido com orgulho.
2010 | UM MINUTO DE ENERGIA POSITIVA
O ano em que as vuvuzelas entraram definitivamente na história do futebol.
A Galp aproveitou o fenómeno do Mundial da África do Sul e lançou um desafio simples: fazer barulho. Muito barulho. Entre vuvuzelas, buzinas e manifestações de apoio, criou-se uma onda sonora que ainda hoje é impossível recordar sem um ligeiro zumbido nos ouvidos.
2012 | O MENSAGEIRO DA NAÇÃO
Numa altura em que o país precisava de boas notícias, o futebol voltou a cumprir serviço público.
A campanha lembrava que os 11 jogadores em campo carregavam consigo milhões de portugueses. Mais do que uma equipa, a Seleção era apresentada como porta-estandarte de uma esperança coletiva. E, por alguns momentos, todos acreditámos que era possível resolver os problemas do país com um bom resultado ao domingo.
2014 | PORTUGAL É MUNDIAL, GALP É PORTUGAL
O Mundial jogava-se no Brasil, mas os portugueses estavam espalhados pelos quatro cantos do mundo.
A campanha celebrou essa diáspora global, mostrando que a paixão pela Seleção não conhece fronteiras. Onde houvesse um português, haveria alguém a explicar as regras do futebol a um amigo estrangeiro e a garantir que "este ano é que vai ser".
2016 | TUDO EM CAMPO
Antes de Portugal conquistar a Europa, houve quem já desse tudo em campo todos os dias.
A Galp decidiu contar as histórias dos emigrantes portugueses em França, aproximando a realidade de quem trabalha longe de casa da dedicação dos jogadores. Foi uma campanha especialmente emocional porque falava de esforço, superação e pertença. Pouco depois, viria a noite mais feliz da história do futebol português.
Assista às histórias
2018 | LEVA PORTUGAL A PEITO
Nem só de futebol vive o orgulho nacional.
Esta campanha alargou o olhar para lá das quatro linhas e celebrou todos aqueles que levam o nome de Portugal mais longe: atletas, músicos, chefs, artistas e criadores. Porque há muitas formas de vestir a camisola e todas merecem aplauso.
2021 | O SONHO É RENOVÁVEL
Quando o futebol encontrou a transição energética.
O sonho era voltar a conquistar a Europa. A mensagem era renová-lo vezes sem conta. A campanha juntou a ambição desportiva à aposta nas energias renováveis, provando que há conceitos que funcionam bem tanto num estádio como num plano para o futuro.
2022 | JUNTOS, LIMPAMOS O MUNDIAL
Porque apoiar também pode significar cuidar.
Neste Mundial, a Galp trouxe a sustentabilidade para o centro da conversa. A compensação das emissões associadas às deslocações da Seleção mostrou que a energia pode servir para ir mais longe, mas também para deixar uma pegada mais leve.
2024 | NÃO TENS DE SABER DE FUTEBOL PARA GOSTAR DE PORTUGAL
Finalmente alguém disse aquilo que muitos adeptos já sabiam.
Não é preciso perceber o fora de jogo. Não é preciso conhecer todos os convocados. Nem decorar estatísticas obscuras. Basta querer apoiar. Com humor e inclusão, a campanha abriu as portas da Seleção a todos os portugueses e lembrou que a paixão não precisa de manual de instruções.
2025 | O QUE IMPORTA É APOIAR PORTUGAL
Há quem apareça apenas nas grandes competições. E há quem nunca falhe.
Inspirada no espírito de apoio incondicional que acompanha a Seleção há décadas, esta campanha colocou os adeptos no centro da narrativa. Porque ganhar sabe melhor quando há milhões de pessoas a empurrar na mesma direção.
FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO
Chegamos ao presente. E talvez ao maior sonho de todos.
Depois de mais de duas décadas a cantar, sonhar, acreditar, apoiar e celebrar, a Galp regressa ao universo musical para lançar um novo desafio aos portugueses: fazer o que ainda não foi feito.
Com a voz e a inspiração de Pedro Abrunhosa, e com a participação de figuras como Bernardo Silva e Ricardo Quaresma, a campanha para o Mundial 2026 recupera uma ideia que atravessa toda esta história: a ambição de ir sempre mais longe.
Porque há campanhas que ficam na memória. E depois há aquelas que nos fazem acreditar que a próxima página pode ser a mais especial de todas.
Talvez porque, geração após geração, continuamos a perseguir o mesmo sonho.
Porque acreditamos que temos tudo para fazer o que ainda não foi feito.